11/10/2009

PASSAGENS HISTÓRICAS x EXTRAPLANETÁRIOS



Em muitos livros se encontram descrições estranhas para serem avaliadas na época em que foram escritas. Citações de lugares, máquinas e acontecimentos instigantes, que se ocorressem nos dias atuais com certeza seriam colocadas de forma bem diferente.

Levando em conta o avanço tecnológico da época em questão com o nível de cultura da população local podemos traduzir muitos aspectos destas passagens, concluindo e lembrando uma famosa frase de Shakespeare:

“Há mais coisas entre o céu e a Terra que supõem nossa vã filosofia”

No livro do Papa João XXIII, escrito em 1935, na pagina 160 é citado: “Sempre mais numerosos os sinais. As luzes no céu serão vermelhas, azuis e verdes, velozes. Crescerão. Alguém vem de longe, deseja encontrar os homens da terra. Encontros já ocorreram. Mas quem viu verdadeiramente se calou”.

Literalmente muitas verdades são escondidas da população, na realidade nem sequer escondidas, mas distorcidas. Sempre que aparece alguma noticia sobre aparições de Ovnis ou Osnis, imediatamente tentam colocar as contraprovas, sendo a loucura e o abafamento a forma mais tradicional, difamando aqueles que passaram por tais experiências, não havendo o porquê mentir.

Imagem de um Objeto não Identificado sobre Chicago O'Hare

O fato é a imprensa em geral é facilmente manipulada. Existe uma Teoria de Comunicação que descreve duas possibilidades na criação de opiniões. A primeira coloca a história ao público e espera uma reação, dependendo desta se dá a continuidade do assunto. A segunda mostra que a informação é jogada de tal forma que já aponta a direção a ser seguida, dando a liberdade ilusória de opinião, o individuo aceita o que é dito ou é marginalizado. É fácil observar que sempre as noticias sobre qualquer assunto já vem formatadas com a informação livre e o fechamento direcionando qual será a opinião da massa.

Muitas pessoas se encontram no automático, não tendo tempo ou interesse de perceber a verdade por de trás, o stress do dia-a-dia se ocupa de conduzir a sociedade de maneira superficial. Mas, se qualquer um parar para pensar e analisar os sinais espalhados por muitas épocas irão deparar com o inevitável, não somos a sociedade avançada, rica, inteligente que entende tudo no universo. Veremos que nunca estivemos sozinhos e que a busca dos cientistas esta mais próxima do que especulavam.

Podemos encontrar traços destas evidências em muitas formas de arte e escrita, a mais popular e analisada seriam as passagens da bíblia, que citam formações e seres bem diferentes do comum, podendo citar muitos desses trechos, entre os mais conhecidos estão os de Ezequiel, capítulo I.

Ezequiel 1:14 – Os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança de um raio.

Ezequiel 1:15 – Ao olhar para os seres viventes, vi que havia uma roda na terra junto a eles, uma para cada um dos seus quatro rostos.

Ezequiel 1:16 – O aspecto das rodas, e a obra delas, era como o brilho do Berilo¹. Tinham as quatro a mesma aparência; era o seu aspecto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda.

O ex- engenheiro da NASA, Josef F. Blumrich publicou em 1974 o livro “the Spaceships of Ezequiel” (As naves de Ezequiel). No livro são analisadas várias traduções diferentes da bíblia e juntando sua experiência em engenharia ele apresenta esboços de como seria esta nave na visão da sociedade moderna.

Nos apêndices J. F. Blumrich apresenta especificações técnicas de sua hipótese de nave.

Há muitas coisas para se avaliar, existindo materiais com descrições e imagens suficientes para se escrever vários livros sobre o tópico em questão. Cabe agora pensar se isto realmente seria algo a mudar sua forma de avaliar o mundo ou não.

Independente da resposta, informação sempre é bom para termos mais discernimento e poder de avaliação sobre o que nos é imposto diariamente por muitos canais comunicação. Nosso cérebro recebe cerca de 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 mil bits, que seriam sobre o meio ambiente, nosso corpo e tempo, só enxergamos a ponta do Iceberg que existe ao nosso redor.

Será que muitos não compraram a idéia da realidade em que vivem sem fazer objeções e com isso deixaram muito de lado? Ou será que o cérebro, o córtex visual somente imprime aquilo que ele tem habilidade para ver?

O cérebro só vê aquilo que acreditamos ser possível. Associamos tudo a padrões que foram estabelecidos através de um condicionamento. Um exemplo seria dos Navios de Colombo, dizem que quando estes chegaram ao Caribe, nenhum dos nativos conseguiu enxergar, mesmo estando no horizonte. A razão deles não terem visto é que não tinham nenhum conhecimento sobre aquelas embarcações, logo seus cérebros não tinham a experiência de que aquilo era real. O Shaman ao perceber estranhas ondulações na água passa a observar por alguns dias, refletindo sobre o que poderia causá-las, desta forma ele conseguiu enxergar, contou a todos da tribo o que havia visto, com isso e a confiança que os demais tinham nele, passaram a ver também os Navios.

Em outras palavras, o julgamento, objeções pré-estabelecidas ou falta de experiência nos cortam muito da realidade que nos cerca e poderíamos conhecer.

A sugestão fica aqui, procure tomar conhecimento seja qual for a sua opinião, assim, siga para a próxima seqüência do Blog Mental e abra os seus campos de experimentação.

O vídeo abaixo mostra um documentário que estuda as aparições de Ovnis na Bíblia.

video



Berilo¹ - é um mineral (ciclossilicato de berílio e alumínio), seus cristais são conhecidos como esmeraldas. Suas possíveis cores: verde, azul, amarelo, vermelho e branco.



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