11/10/2009

BEM VINDO (a)



Este Blog foi criado com o intuito de informar aos que tem curiosidade e interesse de saber o que a Escola Tradicional deixou de nos mostrar.

Ao acompanhar os textos, estará abrindo sua mente para uma realidade que muitos ainda não têm conhecimento, mas, que está entre nós desde o começo.

As Postagens seguem um raciocínio, sendo recomendado começar a leitura pela mais antiga, abaixo os títulos em sua seqüência:



  • Freqüências (Humanos x Terra x Cosmos);

  • Teoria: Buraco de Minhoca;

  • Teoria: Super Cordas;

  • Teoria – M (Multiversos);

  • Ciência das Antigas Civilizações;

  • Escolas de Mistérios,

  • Passagens Históricas x Extraplanetários.


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Boa leitura!
Equipe do Blog Mental

PASSAGENS HISTÓRICAS x EXTRAPLANETÁRIOS



Em muitos livros se encontram descrições estranhas para serem avaliadas na época em que foram escritas. Citações de lugares, máquinas e acontecimentos instigantes, que se ocorressem nos dias atuais com certeza seriam colocadas de forma bem diferente.

Levando em conta o avanço tecnológico da época em questão com o nível de cultura da população local podemos traduzir muitos aspectos destas passagens, concluindo e lembrando uma famosa frase de Shakespeare:

“Há mais coisas entre o céu e a Terra que supõem nossa vã filosofia”

No livro do Papa João XXIII, escrito em 1935, na pagina 160 é citado: “Sempre mais numerosos os sinais. As luzes no céu serão vermelhas, azuis e verdes, velozes. Crescerão. Alguém vem de longe, deseja encontrar os homens da terra. Encontros já ocorreram. Mas quem viu verdadeiramente se calou”.

Literalmente muitas verdades são escondidas da população, na realidade nem sequer escondidas, mas distorcidas. Sempre que aparece alguma noticia sobre aparições de Ovnis ou Osnis, imediatamente tentam colocar as contraprovas, sendo a loucura e o abafamento a forma mais tradicional, difamando aqueles que passaram por tais experiências, não havendo o porquê mentir.

Imagem de um Objeto não Identificado sobre Chicago O'Hare

O fato é a imprensa em geral é facilmente manipulada. Existe uma Teoria de Comunicação que descreve duas possibilidades na criação de opiniões. A primeira coloca a história ao público e espera uma reação, dependendo desta se dá a continuidade do assunto. A segunda mostra que a informação é jogada de tal forma que já aponta a direção a ser seguida, dando a liberdade ilusória de opinião, o individuo aceita o que é dito ou é marginalizado. É fácil observar que sempre as noticias sobre qualquer assunto já vem formatadas com a informação livre e o fechamento direcionando qual será a opinião da massa.

Muitas pessoas se encontram no automático, não tendo tempo ou interesse de perceber a verdade por de trás, o stress do dia-a-dia se ocupa de conduzir a sociedade de maneira superficial. Mas, se qualquer um parar para pensar e analisar os sinais espalhados por muitas épocas irão deparar com o inevitável, não somos a sociedade avançada, rica, inteligente que entende tudo no universo. Veremos que nunca estivemos sozinhos e que a busca dos cientistas esta mais próxima do que especulavam.

Podemos encontrar traços destas evidências em muitas formas de arte e escrita, a mais popular e analisada seriam as passagens da bíblia, que citam formações e seres bem diferentes do comum, podendo citar muitos desses trechos, entre os mais conhecidos estão os de Ezequiel, capítulo I.

Ezequiel 1:14 – Os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança de um raio.

Ezequiel 1:15 – Ao olhar para os seres viventes, vi que havia uma roda na terra junto a eles, uma para cada um dos seus quatro rostos.

Ezequiel 1:16 – O aspecto das rodas, e a obra delas, era como o brilho do Berilo¹. Tinham as quatro a mesma aparência; era o seu aspecto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda.

O ex- engenheiro da NASA, Josef F. Blumrich publicou em 1974 o livro “the Spaceships of Ezequiel” (As naves de Ezequiel). No livro são analisadas várias traduções diferentes da bíblia e juntando sua experiência em engenharia ele apresenta esboços de como seria esta nave na visão da sociedade moderna.

Nos apêndices J. F. Blumrich apresenta especificações técnicas de sua hipótese de nave.

Há muitas coisas para se avaliar, existindo materiais com descrições e imagens suficientes para se escrever vários livros sobre o tópico em questão. Cabe agora pensar se isto realmente seria algo a mudar sua forma de avaliar o mundo ou não.

Independente da resposta, informação sempre é bom para termos mais discernimento e poder de avaliação sobre o que nos é imposto diariamente por muitos canais comunicação. Nosso cérebro recebe cerca de 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 mil bits, que seriam sobre o meio ambiente, nosso corpo e tempo, só enxergamos a ponta do Iceberg que existe ao nosso redor.

Será que muitos não compraram a idéia da realidade em que vivem sem fazer objeções e com isso deixaram muito de lado? Ou será que o cérebro, o córtex visual somente imprime aquilo que ele tem habilidade para ver?

O cérebro só vê aquilo que acreditamos ser possível. Associamos tudo a padrões que foram estabelecidos através de um condicionamento. Um exemplo seria dos Navios de Colombo, dizem que quando estes chegaram ao Caribe, nenhum dos nativos conseguiu enxergar, mesmo estando no horizonte. A razão deles não terem visto é que não tinham nenhum conhecimento sobre aquelas embarcações, logo seus cérebros não tinham a experiência de que aquilo era real. O Shaman ao perceber estranhas ondulações na água passa a observar por alguns dias, refletindo sobre o que poderia causá-las, desta forma ele conseguiu enxergar, contou a todos da tribo o que havia visto, com isso e a confiança que os demais tinham nele, passaram a ver também os Navios.

Em outras palavras, o julgamento, objeções pré-estabelecidas ou falta de experiência nos cortam muito da realidade que nos cerca e poderíamos conhecer.

A sugestão fica aqui, procure tomar conhecimento seja qual for a sua opinião, assim, siga para a próxima seqüência do Blog Mental e abra os seus campos de experimentação.

O vídeo abaixo mostra um documentário que estuda as aparições de Ovnis na Bíblia.

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Berilo¹ - é um mineral (ciclossilicato de berílio e alumínio), seus cristais são conhecidos como esmeraldas. Suas possíveis cores: verde, azul, amarelo, vermelho e branco.



Agora que finalizou a leitura do último texto do Blog Mental, clique no link abaixo e continue a acompanhar a seqüência nos sites seguintes
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ESCOLAS DE MISTÉRIOS



As Escolas de Mistérios por mais fascinantes e intrigantes que possam parecer, são bem comuns de se achar ao longo da história. Muitas civilizações tinham gigantescas estruturas destinadas ao estudo de (segundo dicionário) tudo quanto à razão não pode explicar ou compreender; tudo quanto tem causa oculta ou parece inexplicável. Proposição difícil de compreender; enigma. Em palavras mais diretas os conhecimentos eram para ensinar os iniciados a utilizarem partes desconhecidas do cérebro, aumentando suas capacidades de intuição, cognição e entendimento da verdadeira realidade que nos cerca.

Os grandes enigmas sobre varias civilizações seriam facilmente resolvidos se procurassem saber mais sobre essas Faculdades de Ciências Ocultas, pois os templos que conduziam os ensinamentos eram os centros que decidiam as grandes mudanças organizacionais de muitas Culturas.


Mas não pensem que os conhecimentos se restringiam em segredos poéticos, as escolas trabalhavam em cima da física quântica, astronomia, matemática, ciências biológicas e muito mais. As grandes estruturas que impressionam o mundo moderno, que tantos pesquisadores e antropólogos tentam entender, os dados estão dentro desses centros de conhecimento, eles não separavam a Fé da Ciência, pois se fizessem, estariam tão perdidos quanto nossa sociedade atual. Lembrando que, enquanto discutíamos se a Terra era redonda ou quadrada, já existiam documentos de constelações, planetas e solstícios definidos. Enquanto pessoas morriam de peste, eles possuíam sistemas de distribuição de água.

A função básica do ensinamento é fazer o indivíduo “consciente de sua consciência”. Pode parecer estranho, mas, poucos sabem do que realmente são constituídos, nossa estrutura não é só física e sim, juntamente energética. A nossa capacidade mental de captar as informações cósmicas e criar nossas realidades nos foi negado por todo o ensino básico. A maioria chega à re-descobrir esses detalhes já na vida adulta, perdendo muitas possibilidades de experiências. Quando crianças lembrem-se das idéias de vida que tinham, pensamentos mágicos, mundos estranhos, nós estávamos prontos para o estudo da mente, mas acabamos podados pelo ensino tradicional que nega nossa consciência.

Essas Escolas de Mistérios existiam no antigo Egito, Pérsia, Grécia, Babilônia, Índia, China, Tibete, e nas civilizações da América do Sul, como os Incas e Maias. As evidências são facilmente encontradas, basta observar as edificações que resistiram aos séculos. Ler atentamente as informações contidas em tantos materiais.

Atualmente ainda existem discretas Escolas de Mistérios, baseadas nos antigos conhecimentos passados por famílias, ordens ou outras fontes distintas. Infelizmente muito destas modernas escolas perderam seus principais ingredientes para um total entendimento, tendo se iludido por um falso poder. Ficando algumas salvas destas distrações. A culpa seria de uma serie de acontecimentos que colocaram as escolas em papel de caçada, qualquer um que deteste de conhecimentos do “além”, poderia ser punido de forma bem definitiva, desta maneira essas fabulosas faculdades da mente foram sufocadas pela “caça as bruxas” ao longo de muitos séculos, caindo ao que estamos hoje, duvidosos seres que não conhece quem são. As escolas que sobreviveram ou se mesclaram com aqueles que queriam derrubá-las ou mantiveram-se tímidas para que o próprio indivíduo em sua busca as encontra-se.

Para dar uma idéia podemos citar os Sumérios, que tinham em seus Templos Zigurates estas escolas. As construções que variavam de tamanho possuíam em seu exterior adornos envidraçados de cores variadas que tinham ligação e significados cosmológicos. Estes locais serviam de ligação do Céu com a Terra, onde as divindades podiam descer e se colocar perto da humanidade. Os sacerdotes eram os responsáveis por recepcionar e trazer os benefícios a comunidade inteira. Essas pontes entre dois mundos criavam a crença naqueles que não puderam usufruir dos conhecimentos, que ali seria um eixo cósmico, a conexão do todo.

As Zigurates podiam ter até 07 andares, cada um deles representava um céu, ou plano de existência, assim como os 07 Planetas, Chakras, Metais e Cores correspondentes. Construções semelhantes se apresentavam no antigo Egito, algumas edificações possuíam níveis de aprendizado, conforme subia alcançava o conhecimento divino.


Um Documentário com 10 capítulos foi criado através das pesquisas do Egiptólogo e Matemático R.A. Schwaller de Lubicz sobre a Escola de Mistérios do “Olho de Hórus”, que esteve presente por milhares de anos na cultura egípcia.

A série mostra a maneira quais os sacerdotes elevavam a consciência dos indivíduos. Toda uma serie de Templos ao longo do Rio Nilo serviam como pontos e graus de informação acumulada sobre o funcionamento do universo. Esses Templos como os de outras civilizações serviam de centro de avanço para todos ao redor. Segundo os ensinamentos do Egito nos passamos por estágios de vidas, ou encarnações, onde experimentamos muitos aspectos da criação.

Explicações de astronomia, física quântica, medicina se davam nestas escolas egípcias. Elas são as mais conhecidas no mundo por colocarem seus vastos conhecimentos devido ao intercambio que tinham com as Divindades do Universo que desciam para passar todos os dados necessários para a evolução em conjunto.

Abaixo esta um vídeo da Série o “Olho de Hórus”, que trata da pirâmide de Saqqara como uma Máquina Quântica.

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CIÊNCIA DAS ANTIGAS CIVILIZAÇÕES



Nossas atuais culturas, espalhadas por todo o globo possuem avançadas tecnologias e muitos estudos que envolvem a agricultura, astronomia, construção, transportes, etc. Somos complexos em nossa estrutura, tendo sempre muito a descobrir com relação ao meio em que vivemos.

Muito tem se estudado na arqueologia sobre os avanços que muitas das antigas civilizações possuíam e até hoje existem apenas suposições que unem uma grande quantidade de homens e longos e árduos anos de trabalho para a possibilidade de muitas obras terem sido concluídas.

Conhecimentos bases e saídas inteligentes que utilizamos atualmente em nossas construções, alguns até mesmo em estudo para aplicação vêm de muitas dessas civilizações. Podemos citar algumas delas, como: Maias, Incas, Egípcios, Sumérios, Babilônios, Cretenses, etc.

É impressionante o que esses povos faziam em épocas longínquas, com poucos recursos tecnológicos (aparentemente), como os que temos e utilizamos diariamente. Isso não impediu que cidades e monumentos fossem levantados com uma perfeição até hoje não entendida. A supresa de muitos e curiosidades daqueles que buscam as respostas incentivam um entendimento mais profundo de cada uma destas culturas que tinham grandes influencias em suas crenças para a criação de qualquer ponto de sua civilização.

Para entender qualquer feito teria que se passar pelo campo da Fé de cada um delas, que era o pilar de sustentação e desenvolvimento. A busca por entendimento de tantos pesquisadores poderia ser resolvida se olhassem verdadeiramente para as crenças e suas diversas pistas, ali com certeza se encontram as bases de suas ciências.

Seguindo para exemplos dos feitos de alguns destes povos, colocaremos os Sumérios, Maias, Incas e Egípcios, que possuem uma intrigante arquitetura e astronomia. Apenas uma gota para se pensar.

Egípcios

São tantos detalhes que complica por onde começar, melhor ir ao básico colocado sobre as Pirâmides.

Foram construídas com blocos de pedras calcárias e sua parte externa revestida com uma camada protetora de pedras polidas das pedreiras de Tura. A maior pirâmide é composta por cerca 1,0 milhões de blocos de calcário, talvez com 02 ou 03 toneladas cada bloco. Onde milhares de homens as transportaram até a atual Gizé para então erguer o monumento aos céus.

A maior das pirâmides possui 160 metros de altura, sendo construída a cerca de 2250 a.C. Aparentemente serviam de túmulos para os Reis que prezavam a vida após a morte e precisavam manter o corpo intacto para a eternidade.

Ai inicia-se as dúvidas.
Até os dias de hoje ninguém conseguiu reproduzir a perfeição estrutural das pirâmides, todos que tentaram utilizaram de mecanismos modernos e mesmo assim, não obtiveram sucesso em repetir a construção. Por que se temos tanta tecnologia e avanços qual o Antigo Egito (teoricamente) não possuía, e ainda assim não se repetiu o feito. Já fomos ao espaço, construímos poderosos satélites, gigantes edifícios modernos e não entendemos as pirâmides.

A teoria das pedras calcárias, usadas em suas construções, foi recentemente colocada em prova quando se analisou quimicamente sua composição, tratando de um processo totalmente químico feito em moldes no próprio local da construção, as pedras seriam geopolímeros.

Trecho da revista francesa “Science et Vie” de 2006 que trouxe uma matéria colocando que as pirâmides foram feitas com pedras “falsas”.

"alguns microconstituintes dessas pedras apresentam traços de uma reação química rápida que não permitiram uma cristalização natural (...), uma reação inexplicável se considerarmos pedras talhadas, mas perfeitamente compreensível se pensarmos que as pedras foram coladas como asfalto"

“Diferentes técnicas de microscópio eletrônico mostraram que "os espectros de difração das pedras das pirâmides diferem nitidamente daqueles das pedras de pedreiras”

Órion x Pirâmides do Egito

Além disso, sua posição e inclinações foram cuidadosamente orientadas pelos pontos cardeais, batendo com a engrenagem astronômica. Basta visualizar que as pirâmides coincidem em cheio com a posição da constelação de Órion. Tudo isso seria muito bem indicado se olhássemos com uma mente mais aberta para tudo o que foi se escrito em tantas construções egípcias.

Templo de Abydos

Na verdade o mundo do Antigo Egito está cercado por muitas Teorias, mas nenhuma até hoje foi comprovada. As pirâmides ao invés de túmulos agora também serviram de templos. Ao que parecem quanto mais os pesquisadores buscam entender essa fase do Egito como antiga tecnologicamente, mais eles dão de frente com dúvidas. Se talvez eles olhassem com mais atenção a suas crenças, poderiam entender que suas tecnologias seriam bem mais avançadas do que o imaginado.

Incas


Machu Picchu é outra construção que intriga os arqueólogos. A Cidade perdida dos Incas se encontra a cerca de 2400 metros de altitude, no vale de Urubamba no Peru.

Ela foi construída também de forma ainda não compreendida, estando cercada por diversas teorias não provadas. O que impressiona nesta construção é que toda a área é separada por setores (urbano e agrícola), possui 530 metros de comprimento e 200 de largura e tem pelo menos 172 recintos.


Possui uma rica historia e fim desconhecido, não se sabe o porque do desaparecimento de seus ocupantes.

O que mexe muito com os pesquisadores é o fato de Machu picchu ser formada inteiramente por blocos de pedras em perfeito encaixe. Elas são irregulares e não possuem nenhum tipo de cola ou cimento para sua junção, mesmo assim nada ultrapassa suas fissuras. Como ela foi construida? Como levaram tantas pedras para o topo daquele local? Até hoje uma total incógnita.


Um dos corredores de Machu Picchu

Além disso, a cidade possui também toda uma estrutura em sincronia com a astronomia, tendo os solstícios com pontos definidos por certas construções e todo um mapeamento estrelar condizente. Mas novamente, os pesquisadores não levam em conta as crenças locais, deixando muitas respostas passarem despercebidas.

Maias


Outra civilização que se destaca. Suas grandes construções, com esquemas urbanos de captação de águas, distribuição de terrenos e rota de mercado com as outras grandes cidades formam um conjunto impressionante.

São cidades-estados que possuem todo um mapeamento topográfico com sistemas de captação de água para toda população, em locais que às vezes não possuíam leitos do valioso liquido. Suas construções também têm traços impressionantes de cálculos, batendo com os solstícios e posicionamento astronômico.

Até hoje há duvidas de como eles ergueram exatamente seus grandes Templos e edifícios governamentais já que eram carentes de muita tecnologia que para nós é necessária para tais estruturas. A força humana é a teoria utilizada para compreender, pois ainda não se há noticia de uso de ferramentas como o metal, polias ou veículos para o transporte do material.

Embora pareça para muitos pesquisadores que elas sejam um tanto desordenadas com o ambiente em que se instalaram, na verdade todas as cidades foram detalhadamente pensadas. O desenho urbano era orientado pelos Templos e Observatórios, para seguir as coordenadas estelares.

Independente do solo (ex: planície pedra calcária no norte de Yucatan), um sistema de escoamento das águas da chuva para uso tanto agrícola como pessoal de seus moradores, já foi definido, aproveitando o desenho do solo para melhor adaptá-lo, seja em cenotes ou poços. Para os terrenos difíceis como o de pedra calcaria, todo o solo era revestido por argamassa, impedindo que a água da chuva fosse imediatamente sugada. Essa argamassa feita de calcário queimado e moído possuía propriedades muito semelhantes ao cimento. Era utilizado nos acabamentos e para unir as pedras que com o desenvolvimento das técnicas passaram a se encaixar quase perfeitamente, sem necessitar mais da argamassa.

Outro ponto interessante na civilização maia era seu conhecimento astronômico, eles mapearam diversos cursos e fases celestes, principalmente da Lua e Vênus. Muitos templos tinham janelas demarcatórias para medir e acompanhar o progresso das rotas observadas. Templos arredondados (geralmente relacionada à Kukulcán) tinham a função de serem observatórios, e os templos sobre as pirâmides também eram utilizados para o mesmo fundamento.

Além de tudo os maias tinham uma escrita e contagem de tempo bem característico, onde os meses possuem 28 dias cada e o um ano 13 meses. Isso distribui exatas 04 semanas inteiras por mês, mais um dia Fora do Tempo. Isso soma precisos 365 dias ano, encaixando perfeitamente as fases da Lua, que batem certo com o dia estipulado no calendário.

Mas são tantas coisas a se falar desta civilização como a pirâmide de Kukulcán que tem ângulos perfeitamente calculados com os solstícios, cada uma das 04 faces se alinham com um dos pontos cardeais, tem 52 painéis esculpidos nas paredes que se referem aos 52 anos do ciclo de destruição e reconstrução do mundo, de acordo com a tradição maia.

Kukulcán é a principal estrurura de Chichén Itzá e mostra profundos conhecimentos na area da matematica, astronomia, geometria e acústica. A civilização Maia por muitos aspectos trás supresas em avanços para milhares de pesquisadores. Muito sobre sua cultura ainda é distorcido ou ignorado.


O que se sabe é, os Maias conheciam fatos atuais, de nossa civilização deixando registrado em suas grandes obras, atraves da escrita e arte. O calendário registrado encontrado pelos arqueólogos marca até a data de 2012.

Sumérios

A Suméria é considerada uma das civilizações mais antigas da humanidade, localizava-se no sul da Mesopotâmia, estando posicionada entre os rios Tigre e Eufrates. Os arqueólogos datam o inicio desta cultura por volta de 5.000 a 4.000 a.C.

Esta civilização é considerada “Pai” da astronomia, estando entre os primeiros a ter uma visão heliocêntrica (Sol no centro do sistema solar), possuindo também descrições de um planeta chamado Nibiru com uma extensa orbita. Deixaram um legado de Cidades-Estados construídas em espaçosos terraços artificiais, com sistemas legais, administrativos com cortes judiciais e prisões (sendo Ur a mais conhecida); possuíam uma escrita cuneiforme (antecedente a todas as formas de escrita), criando escolas para a transmissão de seus conhecimentos.

Desenvolveram sistemas numéricos com os quais inventaram o relógio de 60 segundos, minutos e 12 horas, além do calendário que utilizamos contendo 12 meses. Foram os primeiros que se tem conhecimento a domesticar plantas com plantações sistemáticas e animais através de confinamento e procriação.

Muitos de seus inventos usamos quase que diariamente como martelos, pregos, brocas, anéis, alfinetes, cola, caixas, barcos, sandálias, botas, etc.

Sua influência segue para além, seus conhecimentos medicinais ficaram de herança para os babilônicos e contribuiu em muito para os mundos ocidentais e orientais. Em Nippur foi encontrado escritos que podem ser considerados o primeiro manual de medicina do mundo, nele se encontrava formúlas quimicas com termos tão especificos que foi necessária ajuda de quimicos para tradução. Entre os medicamentos mais tradicionais estavam os laxantes e diuréticos.

Exemplo de Zigurate

Uma de suas estruturas muito interessantes eram as Zigurates, templos que poderiam ser considerados o centro principal das Cidades-Estados. A importância que os sumérios davam para suas crenças era imprescidivel para a organização de sua sociedade.

As Zigurates eram a ponte que ligava os Deuses aos Sumérios e ali, naquelas construções eles podiam descer a Terra. Os Templos eram construidos em colinas artificiais e as construções eram feitas com tijolos de barro e não utilizavam de argamassa ou cimento, usavam fileiras duplas de tijolos e no meio preenchiam com betume e outros materiais.

O formato do Templo é de uma piramide terraplanada. Vários andares, um sobre o outro, sendo que a medida que sobe os andares diminuem de tamanho. Essas plataformas podiam ser ovais, quadradas ou retangulares, variando de 02 a 07 elevações. O acesso era feito por rampas que se estendiam até o cume.

Ilustração sobre a Babel Bíblica

A parte externa era com adornos envidraçados em diversas cores que tinham ligação cosmológica. Essas largas contruções supostamente serviram de inspiração para a Torre de Babel da biblia, nomeada também de Marduk que se localizava na antiga Babilônia, possuindo 07 andares de porproções singulares. Mas pouco se sabe sobre o que acontecia dentro destas belas edificações, sobrando apenas para os historiadores suposições de suas reais funções.

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TEORIA – M (Multiversos)


A teoria nasce da união de 05 diferentes formas de analisar a Teoria das Cordas. Surgiu para o público pela primeira vez através de Edward Witten, em 1995 em uma palestra, na chamada segunda revolução das Cordas.

Ela é responsável por acrescentar a 11ª dimensão nas Supercordas.

Sua idéia parte do conceito de que a matéria e campo são formados por Membranas e que o Universo fluiria através de 11 dimensões, sendo 03 espaciais (altura, largura e comprimento), 01 temporal e 07 dimensões recurvadas (a estas as propriedades como a carga elétrica, etc.).

O Universo aparentemente calmo e sem rupturas se torna, em tamanho micro, muito turbulento. Em outras palavras, consiliar a Teoria da Relatividade (que vê o grande espaço) com a Mecânica Quântica (o micro espaço), era muito dificil, pois os cientistas até parte do seculo XX, baseavam a criação em partículas puntiformes. Mas o problema maior em juntar essas duas foi na tentativa de criar uma Teoria Quântica do Campo Gravitacional, pois abaixo da escala Planck (10−35 m), o espaço se torna extremamente denso, fazendo com que a gravidade (recriada na Relatividade Geral), perdesse o total sentido, acabando com os todos os conhecimentos adquiridos até então. Isso devido as particulas puntiformes e micro universo desordenado.

Com a criação das Supercordas e a Teoria – M, a esperança na unificação da Física volta, as várias dimensões e membranas tornam o sonho dos cientistas possivel.

O grande problema antes da segunda revolução da cordas era que as equações responsáveis por representar as diversas caracteristicas das particulas formadas (particulas elementares da natureza, gráviton, luz, etc.), se afastaram uma das outras, criando no final de tudo 05 diferentes teorias das Cordas (Tipo I, Tipo II (A), Tipo II (B), Heterótica-O e Heterótica-E).

Edward Witten percebeu que existia um padrão em todas elas, cada uma delas, tratava de uma visão particular da mesma teoria. Essa é a Teoria-M.



Essa percepção e abertura para a nova teoria, incorpora algo interessante, a supergravidade com onze dimensões. Todas as idéias anteriores (teoria quântica dos campos) estudavam as forças forte, fraca e eletromagnética e nenhuma era descrita para a gravidade. A teoria quântica não levava em conta a Relatividade Geral e sua idéia basica era que tudo se definiria a um ponto (partículas puntiformes).

A Teoria-M consegui juntar a supergravidade, unificando as 05 teorias existentes das cordas. Ela consiliou a supergravidade com onze dimensões atraves de um sistema que produz menbranas (caracteristica das cordas), já que a 11ª dimensão foi identificada através de cálculos que apontaram que a corda ao criar vibrações, de vez aumentar a intensidade de separação da corda (criando pares), produziu um aumento de dimensão na corda que estava vibrando.

Finalmente a possibilidade buscada Albert Einstein e muitos outros grandes pensantes da fisica, pode finalmente ter encontrado sua chance da unificação de todos os estudos da Física. Mostrando diversas passagens para o crescimente e entendimento sobre o universos e também realidades paralelas, coexistindo conosco.

Abaixo está um trecho do documentário “Universos Paralelos” que mostra a Teoria-M de forma simples e interessante.


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TEORIA: SUPER CORDAS


O estudo sobre a Teoria das Cordas teve seu inicio na década de 60, envolvendo vários físicos para desenvolver e preparar-la. Essa Super Teoria vem deixando os cientistas na esperança de unificar a Teoria da Relatividade e a Teoria Quântica em uma só estrutura matemática, os sinais para isso vem sendo positivos.

A Teoria das Cordas considera toda a estrutura de formação dos objetos, sendo de extensão unidimensional (ponto identificável dentro do espaço), como se fosse uma Corda e não partículas, como a física tradicional usava de base. Evitando problemas como o aparecimento das partículas pontuais ou dimensão zero (densidade infinita de energia), nos cálculos matemáticos. Além disso, ela vem revelando a inevitabilidade de outros objetos além das Cordas, como pontos e membranas, etc.

Ela ainda traduz a grande esperança na física de se encontrar a Teoria de Tudo, sendo a possível resolução do problema da Gravitação Quântica (gravidade e outras forças fundamentais). Ainda se estuda se ela poderá descrever o universo com suas forças atuantes e matéria que vemos e nem sabemos os detalhes que iremos ter disso tudo.

Os avanços na matemática não podem ser negados, a teoria tem levado a novas descobertas no campo da Geometria e na Teoria da Supersimetria (estudo que “inter-relaciona” todas as partículas elementares da natureza).

Agora os fisicos se permitem observar a existencia de várias dimensões, total de 11: 3 espaciais (altura, largura e comprimento), 1 temporal (tempo) e 7 dimensões recurvadas (consedendo a estas a propriedades como a carga eletrica, etc.), explicando as forças fundamentais.

A Super Cordas surgiu como a possibilidade de solucionar o problema das divisões das particulas, pois os cientistas puderam dividir o átomo em prótons, nêutrons e elétrons, ainda conseguiram dividir os prótons e nêutrons em quarks, onde identificaram 06 categorias, qual usam apenas 03 atualmente e com esses conseguiram combinações para formar todas as particulas previstas até hoje no Universo. Mas como saber se chegaram a particula indivisivel, se todas as outras que eram consideradas as menores foram separadas, assim a Teoria das Cordas aparece, mostrando que as particulas primordiais são formadas de Energia.



A energia Vibraria em varios “tons”, formando assim as particulas, ou seja, tudo é formado por filamentos unidimensionais que vibram. As Cordas, no momento em que criam a vibração formam as particulas e todas suas propriedades.

Cada particula no Universo possui sua propria vibração especial.

Um exemplo comum a ser dado sobre essa Teoria é as cordas de um violão, ou qualquer outro instrumento. Ao serem tocadas em um ponto, elas vibram e produzem diferentes sons de acordo com o local ou força da pressão do dedo. Então as diferentes vibrações produzem particulas diferentes e estas criam tudo o que conhecemos.

Outro aspecto que a Teoria das Cordas levanta, como já citado, é o numero de Dimensões que podem existir no Universo. Essas dimensões seriam compactas, por isso invisiveis a nós. A adição da 5 dimensão, além da habituais 3 espaciais e 1 temporal, ocorreu no ano de 1919, pelo matemático alemão Theodor Kaluza. A partir dai foram colocadas outras para então a teoria fazer sentido, já que nos calculos o numero de 04 dimensões ficava falha.

Nossa tecnologia ainda não possui um avanço para poder observar essas cordas, que teriam o tamanho em torno de 10−35 m (Comprimento de Planck). Mas a esperança se mantém em unir as duas Teorias que regem nosso Universo, uma para os grandes objetos e outra para o mundo micro como atomos. A teoria das Cordas mantém certa ligação com outras teorias, querendo até mesmo explicar e utilizar sem transtornos os Buracos de Minhocas.

Abaixo está um vídeo do documentário intitulado “Universo Elegante” que busca compreender a Teoria das Supercordas.


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TEORIA: BURACO DE MINHOCA


Essa teoria ainda em estudo pela ciência é conhecida também como “Buraco de Verme”, consiste na Geometria do Universo que seria definida por uma rede interconectada, onde o tempo e espaço se ligariam, assemelhando-se a um atalho.

O Buraco de Minhoca seria um túnel com duas passagens que liga dois pontos distintos, sendo possível, caso essa caminho de para se atravessar, a matéria viajar facilmente sem transcorrer um longo percurso para chegar a seu destino. Ainda não encontraram uma prova direta desse Contínnum Espaço-temporal, mas é valida dentro Relatividade Geral de nossa ciência.

A idéia desses “atalhos” foi primeiramente comentada por Hermann Weyl, matemático alemão, no ano de 1921. Citando em “Annals of Physics”:

“Esta análise força a considerar-se situações...onde há um fluxo de rede de linhas de força através do que os topologistas poderiam chamar de alça ou espaço multiplamente conectado e que os físicos poderiam talvez ser desculpados por denominar mais vividamente de 'buraco de verme”

Esse nome foi criado através do exemplo em que, literalmente, um verme faz para se movimentar dentro de uma fruta, para ele é muito mais fácil cortar o caminho pelo centro do que seguir pela superfície para chegar ao lado oposto de onde se encontrava. Assim esse atalho conectaria lados opostos do universo, em uma passagem um tanto incomum.

A definição básica seria a de que o buraco de minhoca “intra-universo” é um ponto compactado do Continuum Espaço-Tempo e sua comum fronteira leva a um ponto não totalmente conectado na sua passagem, mas o espaço-tempo é simplesmente ligado.


Os Buracos “intra-universos” ligam diferentes pontos do mesmo universo, no mesmo tempo presente ou não. Essas passagens são capazes de criar atalhos de pontos muito distantes, possibilitando viajar entre eles a uma velocidade mais rápida do que a luz levaria para passar por um espaço comum. Mas há também a teoria de que esses Buracos de Verme possam criar essas ligações a outros Universos Paralelos.

A viagem no tempo também aparece como uma de suas possibilidades, criando esse atalho não a pontos distintos no universo, mas aos pontos de um espaço-tempo a outro.

A Teoria das Cordas tem observado também os Buracos, vendo-os como uma ligação entre duas D-branas (teoria conhecida como mundo de brana), suas bocas seriam ligadas às branas e conectadas por um tubo de fluxo (uma área espacial com forte campo magnético de forma tubular). Essas ligariam no subespaço 3 +1 dimensões de um universo com varias outras dimensões (sendo o tempo definido como uma).

Os cientistas ainda buscam mais informações e provas sobre estes atalhos, pois não se sabe se outros estudos relacionados juntados a relatividade geral permitiria a continuidade da existência deles na teoria, ainda mais que para serem possíveis de se atravessar precisam da existência da matéria exótica (substancia que possui densidade de energia negativa), ainda que a necessidade dela para os Buracos ainda não foi certamente estabelecida.

De qualquer forma, mesmo encontrando esses Buracos de minhoca, os cientistas não sabem quais efeitos biológicos poderia causar em um humano ao tentar transpor um deles. Talvez o Buraco não permaneça tempo suficiente para se atravessar por completo, fechando antes ou que permaneça estável sem alterar ou causar danos a saúde e raciocínio.

Embora acontecimentos, nem tão recentes em nossa civilização, podem certificar a existências desses atalhos. Diversas manifestações ufológicas têm ocorrido em muitas regiões do Planeta, chegando relatos sobre Seres de outras Dimensões ou pontos muito distantes fora do nosso Sistema Solar. Entidades Governamentais, Exercitos e Grupos de Civis, pesquisam e analizam essas informações.

Todos os detalhes sobre esses encontros apontam a presença de “Portais”, que ligariam pontos à anos luz da Terra em questão de segundos, sendo colocado para muitos desses “contatados”, detalhes do funcionamento dos Buracos de Minhocas, intitulados por sua maioria de Xendras ou o nome mais familiar Portais, pessoas estas que nem sempre tem o conheciemento das analises da Fisica e suas teorias. Essas passagem não poderiam ser feitas de forma aleatória, mas em locais denominados de “Vótices de Energia”, sendo pontos nos Universos e Planetas que se ligam, assemelham-se a uma grande teia ou rede.

O Video abaixo mostra um pedaço do documentário sobre Worm Holes (Buracos de Verme) feito pela Discovery Channel.



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FREQUÊNCIAS (Humanos x Terra x Cosmos)


Seria impossível não reparar a ligação que nós humanos temos com o Planeta em que vivemos, não só de maneira física, atribuindo aos abundantes recursos nossa sobrevivência e desenvolvimento. De forma clara, até o presente momento não possuímos nenhum outro lugar no imensurável universo para estabelecer moradia, com os recursos necessários.

A relação física e vibracional com a terra é fundamental, vemos isso na Ressonância Shumann¹ que é uma freqüência usada para manter o equilíbrio biológico do planeta, sendo necessária a criação de um aparelho para que os astronautas pudessem sair do orbe terrestre e adentrar um pouco no espaço sem que tivessem problemas de saúde e raciocínio.

É algo a se refletir, existindo essa ressonância para um equilíbrio entre o planeta e seus habitantes biológicos, também haveria de existir um mecanismo de equilíbrio semelhante do Planeta para com o Universo e Seres viventes.

O que seria exatamente, além do enorme campo eletromagnético da Terra que nos protege e o campo gravitacional que nos mantém no lugar e no ponto certo no sistema solar, o que mais existe?

Essas respostas e até mesmo as perguntas ficam complicadas, pois nossa ciência ainda esta tirando fotos de galáxias distantes, tentando descobrir que não somos os únicos em todo o Cosmos. Pesquisas sobre raios galácticos que não se sabe de onde exatamente são provenientes, entre muitas outras, como micro partículas que entram em contato com a terra e mal tomamos conhecimento. São tantas coisas que fogem do entendimento de nossa atual ciência, mas estamos batalhando. Buscamos aprimorar nossos satélites, criar naves para tentar chegar aos visinhos mais próximos e espiar o vasto quintal, neste momento apenas em poucas direções, já que nossos poderosos Telescópios se posicionam na Terra em pontos que não pegam (até onde é divulgado) todos os ângulos que conhecemos.

Mas, independente disso tudo é muito fácil admitir que a relação de vibração para o todo é muito importante. As diferentes freqüências existentes deixam tudo muito familiar, de certa forma as vibrações seriam as mesmas, mudando apenas e sua aceleração para haver a caracterização de cada coisa que existe como conhecemos ou não. Afinal, tudo que nós registramos em nosso cérebro é apenas a vibração de cada coisa, a informação que ela libera.

O nosso olho não vê o que pensamos ver, ele registra um dado que é processado no cérebro (que não enxerga, nem tão pouco vê a luz externa), que traduz para nós a freqüência que captamos, assim reconhecemos tudo a nossa volta. Enxergamos o cosmos, mesmo que através de lentes e traduzimos essa freqüência em imagens para nossa Mente, quer dizer que essa freqüência nós é conhecida de certa forma. Mas como se nunca fomos a lugar algum?

Desde o desenvolvimento da vida neste orbe, não fizemos nenhuma grande viagem, e pelas teorias da evolução, nunca conhecemos nada além do que encontramos aqui. Nesse caso, como então poderíamos vislumbrar e traduzir essas freqüências em imagens estonteantes e únicas?

Será que não temos nada haver com tudo aquilo que se encontra do lado de fora de nosso Planeta Azul, mais do que imaginamos até o momento? Fica a reflexão, porque um dia essa pergunta será solucionada.



Ressonância Shumann¹ - texto exposto no Mental Blog 2 (http://mental-2.blogspot.com)